Meu 2017 em música, de acordo com o spotify!

dezembro 10, 2017

Quem é vivo sempre aparece, né mores? Depois de uma eternidade, vários bloqueios criativos, procrastinação e auto sabotagem, aqui estou e trazendo um “resumão” do meu 2017 na música.


Semana passada - levando em consideração que hoje é Domingo, já conta como semana passada, né? – bem em clima de retrospectiva, o Spotify liberou para seus usuários um ranking com as músicas, álbuns e artistas mais ouvidos na plataforma durante o ano. E aproveitaram para dar aquela conferida nas músicas que cada usuário mais curtiu este ano e juntaram em uma playlist intitulada “As mais tocadas no seu 2017”. Você pode conferir a sua na aba “Navegar” na plataforma Spotify.

A gente tem certeza de que o ano está acabando quando essas retrospectivas começam a aparecer, né? E quando ouve a música da Simone te pressionando: “Então é natal e o que você fez?”. Se for levar em consideração o meu flashback no Spotify, o que eu fiz esse ano foi ouvir música. Isso porque essa conta tem apenas cinco meses, imagine se eu tivesse iniciado o ano com ela. Vou deixar essa imagem aqui para vocês entenderem melhor o que estou falando:


De acordo com o Spotify eu ouvi 24.564 minutos, de 2.371 diferentes músicas e 960 artistas. Durante este período explorei 10 gêneros musicais. OPA! O gênero mais escutado foi Pop, Imagine Dragons levou o primeiro lugar dos artistas mais escutados e Love On The Brain da Rihanna foi a música que eu mais ouvi.

Que eu sou movida por música já não é novidade, acho que falo isso em todos os posts sobre músicas que faço por aqui. A música tem um enorme poder de me afundar e resgatar da bad, de tirar o melhor e o pior de mim. E é por isso que faço playlists para tudo! Porque música me faz bem. Vou aproveitar esse momento e disponibilizar meu top 100 de músicas mais ouvidas do ano aqui, enjoy!


Estou bem em falta com as playlists do blog e esse post foi para tentar compensar essas faltas. Espero que tenham gostado!

Love u,
Xoxo, Janeise!






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Sobre bloqueios criativos e a auto sabotagem

dezembro 08, 2017
Foto: Reprodução/ Unsplash

Depois de me revirar do avesso e tentar escrever a todo custo, eis que estou aqui. E no meio de um bloqueio criativo. E não é umas das melhores sensações, se quer saber. As palavras parecem ter sumido da minha mente, os pensamentos todos estão desconectados e a força de vontade quase inexistente. Estou travando uma batalha diariamente contra essa crise que se instalou aqui e não quer mais ir embora.
Talvez eu tenha total culpa por isso, sabe aquela coisa da auto sabotagem? Então! A procrastinação é um dos meu maiores problemas - no meio de muitos outros - e ela só ajuda a piorar em todas as situações. Ao invés de tentar fazer algo para melhorar, prefiro ficar deitada no meu canto com fones de ouvido esperando essa maré ruim passar.
Ultimamente tem sido muito difícil terminar uma série, um filme ou até mesmo terminar de ler um livro. Escrever? Quem dera! Mas não é por falta de esforço. No ínicio achei que era por conta de toda a loucura que é o fim de semestre, que era por causa de todas as tarefas acumuladas, mas as férias chegaram e nada mudou. Tentei me dedicar ao máximo as séries para ver se melhorava, fiz maratonas, mas desistia antes de acabar. E no meio disso tudo só conseguia pensar que mais uma crise se aproximava. Mais umas das várias que tenho!
As férias acabaram e já estão voltando novamente, o ano acabando e eu vou tentar voltar aos poucos. Esse não é nem de longe o meu primeiro bloqueio e com toda certeza não será o último.
Mesmo com todo esse bloqueio, vou tentar voltar aos poucos e não deixar o blog no limbo novamente. Tenham paciência comigo, logo tudo se ajeita!

Love u!
Xoxo, Janeise!


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Estou desfazendo você da minha pele

novembro 05, 2017
Foto: reprodução/tumblr
Segunda-feira, 06 de Abril de 2017. O mês estava apenas começando, enquanto as coisas entre nós estavam ficando cada vez mais complicadas. Eram exatos 10:32 da manhã, quando você me ligou dizendo que precisava conversar e que passaria para me buscar na hora do almoço. Estranhei, mas pensei que tudo se resolveria, mal sabia que ali tudo terminaria. As duas horas que se passaram após sua ligação fizeram com que borboletas invadissem meu estômago e dançassem sem parar, me fazendo ficar mais ansiosa a cada segundo. E quando você chegou e abriu seu coração, senti como se fosse sufocar as borboletas.

Após nossa conversa, voltei para casa chorando e repassando todas as coisas ditas por você. Disse que foi legal me conhecer, mas que foi um grande erro insistimos nesse namoro por tanto tempo. Disse que eu sou um pouco demais para você e que não sabia lidar com toda a minha intensidade. E olha que ironia! Você que dizia amar tudo em mim, desde minhas teimosias, as minhas inseguranças. E naquele momento suas palavras me cortaram como arame farpado. E me doeu porque mesmo você me dilacerando em mil pedaços e me jogando do alto de um penhasco, eu continuava amando você, porque o amor não some assim.

E eu decidi me isolar, desativar minhas redes sociais para não me pegar te stalkeando e nem ouvindo novamente todos os áudios que tinham no meu celular, os quais me recusei a apagar. Mas tudo ao meu redor lembrava você. Você estava presente nas minhas séries favoritas, nas músicas que o rádio insistia em tocar, nas propagandas que passavam entre um vídeo e outro no Youtube e que você adorava quando eu imitava. Seu cheiro estava impregnado no meu travesseiro e em cada canto dessa casa e na minha mente. E eu não queria me desfazer de nada, no fundo tinha esperança de que você apareceria aqui na minha porta, dizendo que tudo não passou de uma brincadeira ruim.

Quinta-feira, 15 de Junho de 2017. As coisas estavam um pouco melhores e você me ligou no meio da noite como quem não queria nada, para dizer que estava com saudade e atiçar todos os meus demônios. Fazendo todos os sentimentos virem à tona. Não resisti e caí nas suas graças, sorri. Quando dei por mim já estava sentada no banco do carona do seu carro em frente aquela pracinha que sempre íamos quando queríamos conversar. Mas dessa vez foi diferente, você estava calado demais e o silêncio gritava em minha mente. Você bem sabia em como o silêncio me incomodava. Nós dois estávamos ali, sentados, numa rua deserta, em silêncio, e o nosso amor era apenas um fantasma. Você só queria arruinar minha mente antes de colocar um ponto final em tudo.

Você não pode sumir e depois voltar como se tudo estivesse bem, se para você eu parecia estar bem, que ótimo. Se você não se arrependeu das palavras ditas não venha me procurar porque quer manter um bom relacionamento entre nós. Seu tempo acabou, amor! Estou pulando fora. Eu decidi partir! No fundo eu já sabia, você já tinha ido embora há muito tempo, muito antes de mim. Mas houve esse tempo em que me mantive presa a qualquer vestígio reminiscente. Em que mantive você fixo aqui dentro. Do meu coração, pensamentos e esperanças. Mas uma hora a gente tem que engolir as decepções e seguir o baile. Se eu era um fardo para você, melhor recuar, tirar meu time de campo e deixar o jogo seguir. Eu irei buscar minhas coisas na sua casa e sair de vez da sua vida, mas não agora, ainda não tenho forças o suficiente para entrar lá e ser bombardeada com as lembranças de tudo que vivemos.

Sábado, 24 de Setembro de 2017. Ainda sinto você aqui de vez em quando. Como um viciado em heroína que está em abstinência,  mas vou arrumar uma forma de ficar sem você. Eu tomei algumas doses de amor próprio e descobri que eu me importo comigo mesma na mesma intensidade que me preocupava contigo. E não há melhor maneira de me curar do que amando a mim mesma. Tropecei muitas vezes em mim, nas minhas inseguranças e em meus medos, mas foi assim que descobri que eu posso ser tempestade, mas também sei ser calmaria e me recuso a deixar o caos tomar conta de mim.

Você cometeu o erro de dançar na minha tempestade e eu errei em escolher você para ser meu par. Alguém que não tinha o mínimo de preparo suficiente para aguentar minhas crises. Mas pode ir, estou desfazendo você da minha pele, te deixo livre para fazer novas escolhas e encontrar um novo amor. Quero que você se encontre, antes de encontra - lo. Não esquece de dizer para ela que você odeia praia e é alérgico a frutos do mar. E nem repita os erros que você cometeu em outros relacionamentos. Mesmo você indo antes de mim não guardo rancor e não me arrependo de ter compartilhado momentos da minha vida contigo.

Não sei em que momento nos perdemos um do outro, mas quero que a gente se reencontre, mesmo que seja no peito de outra pessoa.






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O dia que me “curei” da síndrome do feed do Instagram organizado!

outubro 12, 2017
by: Drama Queen
Semana passada parei para analisar meu Instagram e reparei que as publicações estavam ficando menos frequentes e como eu estava obcecada com essa coisa de combinar as fotos. Feed organizado que chama, né? As postagens estavam menos frequentes, porque eu necessitava de fotos que se encaixavam com a outra e não deixasse o feed feio. Aaa e quer saber? Cansei de tudo isso!
Lembro que logo quando criei o instagram tinha umas fotos bem zoadas e várias selfies e não me importava com nada. Depois veio a vontade de ganhar seguidores e o desespero para ter um feed mais apresentável. Continuava só com selfies, mas na minha cabeça tava tudo lindo.
Um tempinho depois fiquei com vontade de mostrar minhas fotografias, mas tinha vergonha e quando comecei a me dedicar a postar minhas fotos, comecei a ganhar seguidores novos e que gostavam das minhas fotos. Me dediquei a postar, porque sabia que gostavam e nada me deixava mais feliz que quando algo que eu estava fazendo tinha resultados. Não organizava, apenas postava as fotos que queria e tudo estava ótimo.
Um belo dia surgiu a coisa de organizar o feed. Inúmeros posts ensinando e lá vai. Eu quis entrar na “onda” e comecei a montar um padrão. Não lembro bem quando essa coisa toda começou, quando vi estava sendo bombardeada com posts ensinando a organizar o feed, indicando aplicativos de organização e edição. Menina, os feeds estavam todos ficando com a mesma cara e eu queria também! Inclusive eu fiz até um post “dicas para organizar o feed” e olha que meu feed não era nada organizado.

De um tempo para cá comecei a ficar insatisfeita, as coisas fugiram do meu controle e eu me privei de postar várias fotos porque elas não se “encaixavam no padrão” que eu mesma criei. Isso influenciou até nas minhas fotografias, eu tirava as fotos pensando no feed e as minhas favoritas nunca iam para lá, porque não se “encaixavam”. Postar fotos minhas sem intercalar com fotos de paisagens ou objetos? NEVER! Não estava me sentindo feliz com meu próprio Instagram e vi que tava na hora de mudar.
Se não está me satisfazendo não vejo problemas em mudar. Vou começar aos poucos e voltar ao que era antes. Sem padrões, sem pressões, postar porque achei a foto bonita, porque ela merece estar lá e não porque combina com a foto anterior e com a que vou postar na sequência. Que fique uma bagunça comparado a vários outros feeds, mas é essa bagunça que mostra quem eu sou e não tem melhor, né?
Sempre vejo alguns @’s reclamando que não aguentam mais ver fotos de outros @’s e que essa coisa de organizar feed é coisa fútil. Menina, a mão de responder chega treme, mas isso é assunto para outro post. Hoje era só um desabafo! Eu acho bonito ter um feed arrumadinho, combinadinho, não vejo problemas em quem faz isso, admiro quem consegue seguir sem se perder, mas não é para mim! Sou desorganizada demais e ansiosa demais para guardar foto para postar depois, gosto de compartilhar logo. Mas a reflexão que eu quero deixar é: Não se limite para se encaixar nos padrões!

Adoro seguir feed com organização impecável e feeds “sem padrões” também, deixa o teu aí para eu ver e quem quiser me seguir lá é @janeisesantos! Xoxo <3
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Transição capilar: Identidade, aceitação e empoderamento.

setembro 21, 2017
Pelas lentes de @dalila_brito
Em várias partes do mundo, o estilo de cabelo afro sofre com a não aceitação. Durante muito tempo e até os dias atuais, os fios crespos e cacheados são enquadrados em estereótipos preconceituosos e racistas, que os caracterizam como “ruins”. Para se encaixar no modelo valorizado muitas pessoas submetem seus cabelos a procedimentos químicos, alisamentos com chapinha ou escova.
Na contramão desse processo, a transição capilar tem sido um resgate de identidade e empoderamento de quem começou a alisar o cabelo desde criança. Esse processo inclui a quebra dos padrões impostos pela sociedade e é muito mais que estética, representa aceitação, um resgate da identidade e o aumento da autoestima dessas pessoas.
Eu cresci sendo “educada” que cabelo crespo/cacheado era quase uma “anomalia”, não era legal, não era bonito. Ainda criança passei pelo processo de alisamento e depois de muitos anos passei pela chamada “transição capilar” sem saber que estava passando por isso. Contei um pouco no post: Meu cabelo, minha identidade!
Conversei com algumas meninas que também passaram pelo processo e decidi compartilhar com vocês.
Shagaly Ferreira (foto: @janeisesantos)

Shagaly Ferreira começou o processo de alisamento aos 12 anos: “Eu era uma criança e queria apenas poder deixar os cabelos soltos, mas havia uma discriminação enorme com meu tipo de fio. A única maneira de deixá - lo solto e evitar o preconceito das pessoas era alisando os cabelos”, relata Shagaly, que já concluiu o processo de transição.

A aceitação dos cabelos cacheados e crespos é um tema que vem sendo bastante discutido e está obtendo resultados positivos. Um deles é a transição capilar. Nesse processo, a pessoa decide parar com os procedimentos químicos e opta por assumir seu cabelo natural, que geralmente é um cabelo crespo e/ou cacheado. O período de transição varia, podendo demorar meses ou anos. Algumas mulheres recorrem ao BC (big chop ou grande corte) e cortam toda parte alisada de uma vez, mas também é possível  cortar aos poucos.
Jamile Alves (via Instagram)

“Eu quis cortar o mal pela raiz, cortei de vez para me sentir  livre daquelas duas texturas de cabelo o mais rápido possível, mas minha amiga que me incentivou na transição cortou aos poucos. A transição é um momento muito marcante para quem passa, é um momento de redescoberta e isso é individual e intransferível”, conta Jamile Alves, leitora do blog, que iniciou sua transição capilar há 2 anos. Ela diz que começou alisar o cabelo aos 8 anos e que viu no alisamento uma forma de se livrar dos penteados que a mãe fazia.
Vanessa dos Santos (via Facebook)

Vanessa dos Santos, leitora e colaboradora do blog, conta que já sofreu preconceito de outras meninas que também tem o cabelo cacheado/crespo, mas não aceitava o seu tipo de cabelo: “Dentro dos crespos, cacheados, também tem o "padrãozinho" de cabelo, o que é contraditório já que o movimento de aceitação veio para que o padrão o qual estava dado não mais nos acorrentasse. No entanto, dentro do meu convívio a um tipo de cabelo que é mais aceito que outro.
Já ouvi várias vezes que eu teria que fazer um tratamento para soltar os cachos, para diminuí o volume”.

Eu também já passei e ainda passo por isso. Sempre vem alguém desnecessário comentar sobre o meu cabelo ter mais de um tipo de cacho ou quando faço fitagem sempre ouço um: Teu cabelo fica mais bonito definido. Usa assim sempre! Hello, o cabelo é de quem mesmo? Parem, apenas parem!
Adailane Souza (foto: @janeisesantos)

Adailane Souza assumiu o cabelo natural há 3 meses, após a retirada das tranças sintéticas. Ela conta que buscou inspiração em grupos nas redes sociais e percebeu que o cabelo não precisava ser liso para ser bonito. “O primeiro passo é se aceitar, aceitar sua identidade. Depois ter paciência, pois o processo não é fácil. Você tem que se olhar no espelho e se achar linda e a partir daí você vai se reconhecer e aprender a amar seu cabelo”, essa é a dica que ela dá para quem pensar em iniciar a transição, mas ainda está insegura.

Hoje em dia, em todos os lugares é possível encontrar mulheres e homens que estão passando ou já concluíram a transição capilar. E é lindo de ver! Assumir o cabelo natural não é só questão de estética, é também um símbolo de luta, de resistência. Crescemos dentro de um padrão social que nos ensina a odiar nossos traços e assumir nossas raízes tem um significado enorme, o resgate da identidade! Cabelo crespo/cacheado é amô. Não esqueçam disso!

Obrigada as meninas que me ajudaram a montar esse post e obrigada quem leu até aqui. Gratidão!

Xoxo,  Janeise! ❤
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Últimos filmes que assisti! #1

setembro 12, 2017

Depois de ficar tempos dentro do mundo das séries, ignorando todos os filmes possíveis para atualizar as séries atrasadas, aqui estou. Finalmente parei para assistir alguns filmes. Não consegui atualizar todas as séries, mas tive a consciência de que precisava assistir uns filmes novos e fui garimpar na Netflix.
Os filmes escolhidos entraram na netflix a pouco tempo, então não demorei muito para escolher. Sou bem chatinha na hora de escolher o que assistir e tenho a sensação de que estou sempre assistindo as mesmas coisas, então estou tentando variar. Vou aproveitar essas férias para tirar o atraso de várias coisas e dar uma variada nos filmes e séries. Porque ninguém quer ficar na mesmice sempre, né?
Recentemente assisti Lúcifer e o post tá quase saindo e vou começar atypical então só adiantei os post sobre os últimos filmes assistidos, porque sempre esqueço de escrever sobre.

#1 O Mínimo Para Viver



Sinopse: Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.”


A Netflix nos últimos tempos tem investido em abordar temas polêmicos em suas produções originais. Temos como exemplo a série 13 reasons why, o filme Okja e recentemente lançou O Mínimo Para Viver, que tem como tema central a anorexia.
O filme é bem direto, não perde tempo explicando sobre os padrões de belezas, não tem uma introdução sobre a doença, mostrando quando a personagem começou a desenvolver esses problemas. Já mostra a doença agindo. Foi impossível assistir e não ficar incomodada com algumas cenas. Cheguei até a chorar algumas vezes, mas não darei spoilers.


#2 Amor.com





Sinopse:Katrina é uma famosa blogueira de moda que dita tendências no mercado brasileiro através de seus populares vídeos na internet. Fernando, por sua vez, é um vlogueiro de um canal de videogames que ainda não é muito famoso, mas que já está fazendo certo sucesso. Quando os dois se conhecem, em uma situação complicada, acabam se apaixonando e o romance dos dois ganha destaque na internet.”

Esse entrou para a lista de filmes que estavam dando sopa e eu pensei “que mal tem, né?” e fui assistir. O filme segue a fórmula de comédia romântica, com vários clichês, bem sessão da tarde mesmo. Tem alguns exageros, mas eu dei umas boas risadas e acabei gostando. É um filme brasileiro, estrelado por Isis Valverde, Gil Coelho e ainda conta com a participação de várias celebridades da internet. Se você tá afim de rir, recomendo.


#3 #realityhigh





Sinopse: A adolescente nerd Dani Barnes tem um crush de longa data. Quando ela achava que era hora de desistir, eis que o carinha começa a se interessar por Dani. Mas em seu caminho surge um grande obstáculo, a ex-dele, que é uma celebridade das redes sociais.”


Mais um original Netflix para minha lista. Acabou de entrar no catálogo e é um romance voltado para o público mais adolescente bem naquele estilo de high school americano, com aquelas competições de popularidades. É um filme bem óbvio? É sim, mas gostei de ter assistido. Inclusive, tenho um crush no Keith Powers, ator que faz o Cameron, o paquera da protagonista.
Um crush desses, bicho! Contemplem <3



Uns clichês da vida, mas fazer o quê, né? Já assistiram algum desses? Me contem! E se quiser indicar algum, tô aqui.
Dicas são sempre bem vindas! Xoxo <3

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Playlist | Esquenta Rock in Rio

setembro 10, 2017
Foto: Reprodução/Unsplash
Olar, caros abigos! Acabou a pausa pós BEDA e minhas férias estão se aproximando, já posso sentir o cheirinho delas. Tem como não ficar feliz? E hoje é dia de playlist temática por aqui.
A playlist desse mês vem em clima de Rock in Rio, que começa já no próximo final de semana. Antes de tudo, queria deixar aqui as minhas lamentações por não ir ver meu Maroon 5, Shawn Mendes, Lady Gaga, matar saudade do tempo que eu ouvia 5 seconds of summer, fergie, ver a titia Alicia Keys e um montão de gente boa que vai tocar lá.  Eu não vou, mas nada me impede de montar uma playlist para compartilhar com quem vai ver de pertinho e quem vai ficar igual a mim, assistindo de casa e se lamentando por não poder ir.
Selecionei três músicas de cada atração do palco mundo, com algumas exceções que não consegui escolher apenas três, algumas músicas bem óbvias e outras nem tão óbvias assim. Aproveitei para relembrar algumas músicas que eu nem lembrava mais e para conhecer novas. Ouvi Def Leppard, Incubus, Tears For Fears e The Offspring pela primeira vez para montar a playlist e como criança que adora uma coisa nova, meus olhinhos brilharam. Acabei selecionando apenas uma de cada uma que conheci agora, até porque tenho todo um ritual de apreciação. Hahaha!
Esta é, sem dúvidas, a maior playlist que eu já montei! Tá todo mundo junto e misturado por aqui, a playlist vai de Lady gaga a Capital Inicial. Então aperta o play e vem se divertir com a gente! <3


Espero que tenham gostado! Xoxo <3


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