Quase um monólogo...

agosto 20, 2017
Foto: Unsplash by Andrew Neel

Esse post é referente ao post do dia 15 do BEDA, mas como consegui o prodígio de apagar o post, tive que repostar.
Aqui estou, numa tarde de Domingo, divagando sobre a vida, tendo como companhia a solidão. Como todos os outros, esse não será o primeiro e nem o último. Tem dias que o desânimo pega pesado demais com a gente, né? Para mim esses dias são sempre os Domingos. Talvez, seja porque o dia seguinte é Segunda - feira e quase ninguém gosta das segundas. Pelo menos, eu não! Não que eu não goste, mas sempre tenho a sensação que a segunda vai me trazer algo novo e o novo sempre me assusta. Pelo menos antes costuma assustar. Mas aprendi que tudo fica menos insuportável quando coloco os fones, ligo a música no volume máximo  e fecho meus olhos.


Hoje estou desanimada, mas nem um pouco triste. Só um pouco cansada e nostálgica! Quando eu tinha uns treze anos, costuma fazer planos com minhas amigas. Crescer, nos formar no ensino médio, sair da casa dos nossos pais aos dezoito e fazer a tão sonhada faculdade, longe da nossa cidade, todas juntas, em uma única casa. Meus planos deram um pouco certo, mas sem elas. Cresci, saí de casa aos dezoito e estou na tão “sonhada” faculdade e quer saber? Tenho orgulho de quem me tornei. Enfrentei meus medos e aqui estou.


Eu costumava complicar a vida demais, com pequenas preocupações e o que eu não sabia era que a preocupação gera ansiedade e consequentemente o sofrimento. Eu sempre tive medo do escuro e mesmo depois de grande, achava que os monstros debaixo da cama iriam me engoli, mas os monstros estavam em minha mente. Me impedindo de ser feliz. Eu, costumava construir muros para me proteger, mas eles tiveram que ser quebrados, para que eu pudesse crescer.


Quando olho para trás a única certeza que tenho é que estou orgulhosa de quem sou e essa sensação é revigorante. Já não odeio tanto as segundas e o novo também já não assusta mais. Sem monstros embaixo da cama, sem medo do escuro, eu posso respirar novamente. Encontrei uma força que eu desconhecia, mas que estava ali o tempo inteiro, dentro de mim.


Eu tenho lutado contra o mundo todos os dias, vinte e um anos para ser exata e depois que me libertei de minhas prisões, vencer as batalhas ficou cada vez mais fácil.


Talvez os Domingos não sejam tão tediosos, eles me fazem parar e refletir sobre coisas que na correria do dia a dia eu não conseguiria.


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#19 | Morando Sozinha: Mudando de cidade para estudar!

agosto 19, 2017
Foto:Unsplash by Jed Dela Cruz
Hey peoples do my heart! Os temas do BEDA começaram a apertar  e eu já tinha esse post pronto e queria liberar, então aproveitei que o tema do dia “como cuido da minha pele” e substitui. Vou explicar o motivo. Se tratando de limpeza de pele eu tô sendo uma bitch - e de muitas coisas, como disse no post anterior - e eu realmente não sabia como escrever o post. Vou aproveitar o BEDA para repensar algumas coisas que estão precisando de atenção. Sorry por abandonar mais um tema, só não queria pular um dia.

No post de hoje vou contar minha experiência durante esse tempo de mudança de cidade para estudar.
Durante a adolescência, ali na fase do ensino médio, a gente costuma planejar o futuro com as melhores amigas e amigos. Eu pelo menos tinha essa mania e acho que não sou a única né? Dentro desse planejamento estava: Ir para a faculdade, mudar de cidade, morar sozinha. Confesso que eu planejava isso em um futuro distante, lá pelo primeiro ano do ensino médio, ainda teria alguns anos pela frente, mas o tempo corre né? E quando a gente menos espera acabou e o que era para ser futuro distante acaba se tornando o agora!

Dando os primeiros passos:

A primeira vez que tentei um vestibular foi para uma cidade que ficava a quase 3 horas de distância da minha e com uma amiga. Até então tudo bem! Eu não estava sozinha a gente planejava estudar no mesmo lugar, cursos diferentes, mas uma teria a outra. E adivinhe? A gente não passou, mas ainda estávamos no ensino médio, tínhamos tempo. Primeira frustração, mas superei.
Quase um ano depois eu não tive muito tempo para pensar. Sabe quando a gente faz algo por impulso e só parar para pensar nas conseqüências depois? Fiz o ENEM e escolhi como opções dois cursos em outra cidade, os dois cursos eram na mesma Universidade e eu estava esperando que conseguisse um dos dois. Só parei para pensar quando passei e vi toda a realidade vindo em minha direção como um balde de água gelada. Eu tinha apenas 17 anos, prestes a completar 18 e mal tinha concluído o ensino médio e teria que morar sozinha e em outra cidade. Eu planejava morar sozinha, mas não sozinha literalmente. Queria alguma amiga minha ali por perto. Oh God! Mas meu pensamento era: não é tão longe assim, da para voltar nos finais de semana. Coitada de mim, me ilude facinho!

Processo de mudança

Cidade nova, pessoas novas, eu e somente eu!
Quando tive a certeza que iria mesmo me mudar, minha amiga foi comigo conhecer a cidade e a gente acabou encontrando uma pousada onde eu fiquei no primeiro semestre e foi aí que o desgraçamento da minha cabeça começou. Só fiquei lá um semestre e no seguinte aluguei uma casa com a menina que também morava na pousada. Ai que a vida adulta começou de vez, se antes eu acordava com café feito, agora a realidade era outra. Eu teria que fazer meu café, minha comida e todas aquelas outras tarefas.

Novas amizades e as velhas

Por causa dessas mudanças precisei abrir mão de muitas coisas e deixar algumas pessoas distantes de mim, distante fisicamente, mas já era de se esperar que nem tudo mundo ficaria para sempre ou estaria o tempo inteiro presente. As pessoas têm suas próprias vidas para cuidar e o afastamento acaba sendo inevitável. Mas sempre ficam aqueles que mesmo que as conversas sejam mínimas e as visitas menos frequentes, quando se encontram é como se nada tivesse mudado.
Fiz amizade com as pessoas da minha turma logo no início. Fui conhecendo os amigos dos amigos e assim conheci um montão de gente legal. O que me ajudou muito a superar a saudade de casa e não ficar em uma bad profunda por causa daquelas amizades que não sobreviveram a distância.
Sinceramente eu tinha esperança de que minha mãe não iria deixar e que eu teria que escolher algo mais próximo. Até perceber que ela não me privaria dos meus sonhos, mesmo a opção de curso que eu escolhi não tenha sido a que eu realmente queria. Mas após quase 3 anos, estou aqui, mudei de curso e o resto vocês já sabem. Durante esses têm passei por várias fases e acho que todo mundo que vai morar sozinho passa, não importa se mudou de cidade ou continua na mesma. E vou dividir tudo aqui com vocês! Em vários posts e por isso que criei essa série.

A série voltou, então aguarde os próximos posts com minhas frustrações,  realizações e principalmente com dicas!
Xoxo ❤



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#18 | Metas para sair do piloto automático

agosto 18, 2017
Foto: Unsplash by Álvaro Serrano
O tema da vez é  o que mais te inspira no cotidiano, e eu tenho que confessar que eu ultimamente sou bem a pessoa que tá vivendo no piloto automático e não está reparando no que está acontecendo ao meu redor. Esse post me fez refletir sobre isso.
Acordar, sair da cama, escolher uma roupa, tomar banho, tomar café, sair de casa, estudar, voltar para casa. Essa tem sido a minha rotina e eu preciso melhorar isso. Pensando nisso decidi mudar a proposta do post, ao invés de falar sobre o que mais me inspira, vou criar metas para não deixar essas coisas passarem despercebidas.
Vai ser uma meta para cada dia da semana, quem sabe posso fazer o meu dia melhor e consequentemente melhorar o dia de quem está ao meu redor. Pretendo fazer um post contando se ajudou e espero seguir as metas direitinho. Let’s go?

Segunda: Fazer um caminho diferente.
Terça: Sorrir para um estranho na rua.
Quarta:  Jogar conversa fora com alguém.
Quinta: Sair de casa antes do horário habitual.
Sexta: Dormir uma hora mais cedo.
Sábado: Sentar um tempo na varanda e observar as pessoas na rua.
Domingo: Faça um elogio a alguém.  

São coisas simples, mas que podem fazer toda a diferença e eu espero que eu siga a listinha e se alguém quiser me acompanhar nessa, o convite está feito. Come on?
Xoxo <3


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#17 | 5 maneiras de usar jeans destroyed

agosto 17, 2017
Foto: Unsplash
O tema de hoje é para dar dicas de como usar jeans destroyed e como sabemos, a moda muda o tempo todo e é aquele velho, leva e trás. As calças destroyed são ótimos exemplos disso. Voltaram e decidiram fazer morada e se eu tô amando? É claro, mesmo só tendo uma e foi obra de DIY.

Uma dica legal para quem quer ter um jeans destroyed mas não tem money, como eu: Escolha uma que você já tem e tá jogada no cantinho e agarre - se aos DIYs, a internet tá cheia deles. Faça você mesma e enjoy da tendência.

O mais legal das calças destroyed é que todo mundo pode usar, assim como qualquer outra roupa, basta você se sentir bem com ela e pronto. E todos ficam lindos, em todas as cores e estilos. Não sou tão entendedora dessas coisas, mas separei alguns jeitos para mostrar pra vocês. Let’s go?

1- Look Casual - Combine com t - shirts de todos os tipos, suéter, camisas. Se joga!


2 - Elegante - Se tem uma coisa que eu adoro é blazer com jeans destroyed, na verdade adoro blazer com quase tudo. Como diz minha amiga: O último grito da moda, acho chique!



3 - Rocker - Combine com all star, camisas de bandas, jaquetas de couro, camisas xadrez. meu estilo favorito. <3



4 - Com meia arrastão - Aposto que você já deve ter visto essa combinação por aí. Talvez tenha odiado de vez ou amado de vez. Eu acho a combinação bem cool e é aquela coisa quando você vê de primeira. Ame ou odeie!



5 - Com o que te deixar confortável - Salto, all star, sapatilhas...



O post foi bem pequeno, mas feito de coração!

Espero que tenham gostado, xoxo! <3


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#16 | Meus acessórios favoritos

agosto 16, 2017

O tema de hoje é sobre uma coisa que eu adoro: acessórios! Na verdade era, meus esmaltes/acessórios favoritos, mas como não sou tão fã de esmalte e geralmente uso nude ou preto, melhor fazer só com acessórios!

Eu sou viciada em acessórios, mas na mesma velocidade que compro, acabo estragando ou perdendo. Sério! Uso um brinco e quando vou tirar, já perco. Uma pulseira, já quebro o fecho ou deixo os anéis jogados por aí e não encontro mais. Ultrapassando os limites da lerdeza. Vamos a lista!

❤ Pulseiras - De todos os tipos e todas as cores, mas as douradas e pretas tem um espaço maior no meu coração. Se eu pudesse usaria todas ao mesmo tempo!

❤ Bolsas - Eu odeio andar sem bolsas! Me sinto mais protegida se eu tiver com uma bolsa, é louco? É! Mas é verdade. Então já dá para imaginar que sou a louca das bolsas. só não gosto de bolsas muito grandes. Bolsas de lado são as minhas favoritas.

❤ Brincos - Até um tempinho atrás eu só usava brincos pequenos, mas mesmo assim tinha uma coleção de brincos grandes. Recentemente desenvolvi uma paixão por brincos maiores e a coleção só cresce.

❤ Colares - Meu vício maior! Se alguém quiser me presentear , já sabe. Perco a maioria dos meus acessórios, mas meus colares são sagrados. Na maioria das vezes perco para meus amigos, que sempre pegam.

❤ Bandanas - Sempre gostei de bandanas, mas quase nunca usava e ultimamente tenho usado muito. Acho que é o meu acessório favorito do momento.

Esses foram os meus acessórios favoritos e se você quiser me contar qual os seus, vou adorar saber! <3


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#14 | Top 5: Músicas favoritas do momento

agosto 14, 2017
Foto: Travis Yewell / Unsplash
Eu sei que deveria fazer o post com o tema do dia, mas infelizmente aconteceram alguns imprevistos e eu tive que mudar. Nem me surpreendo mais com meu nível de lerdeza! Mas é claro que não ia deixar de fazer um post e resolvi fazer um top 5 musical, com as cinco músicas favoritas do momento (e algumas da vida).


Algumas eu já coloquei na playlist de Agosto e você pode conferir aqui. Dá o play!


1. Apologize - Timbaland ft. OneRepublic


Olha, achei que tinha desapegado, mas essa com toda certeza foi a música que mais ouvi essa semana. E cheguei até a ouvir em looping. Só de digitar isso já estou cantarolando “it’s too late to apologize”!


2. New Rules - Dua Lipa



“I got new rules, I count 'em,
I gotta tell them to myself.”

Queria dizer que Dua Lipa é boa demais, nunca critiquei!


3. Learn To Let Go - Kesha



“Live and learn and never forget it,
Whoa, gotta learn to let it go.”

Kesha voltou e trouxe o Rainbow e eu tô viciada no álbum. Learn To Let Go entrou para minha lista de músicas favoritas e de clipes também. <3


4. Rise Up - Imagine dragons



“I would always open up the door,
Always looking up at higher floors.”

Música favorita, do novo álbum da banda favorita! O Evolve tá maravilhoso e eu vou fazer review assim que acabar o BEDA, mas já adianto que Rise Up é a minha favorita do álbum e eu ouço quase todos dias. Um hino desses merece!


5. Where’s My Love - Syml



"Cold sheets, but where’s my love?
I am searching high, I’m searching low in the night."

Descobri, tem pouco tempo, um canal chamado IndieAir e lá é cheio de bandinhas e músicas maravilhosas e foi lá que eu conheci essa preciosidade e não parei mais de ouvir. Sabe aquelas músicas bem tristinhas, mas que você não larga? Então!

Espero que tenham gostado e se quiser me contar qual suas favoritas do momento, aqui estou! <3



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#13 | Livros digitais × impressos

agosto 13, 2017
Foto: Unsplash
Se esse post fosse feito lá no início do blog, provavelmente eu iria dizer algo do tipo: “Livros digitais? Tô fora, pego meus impressos e vou embora!” Mas depois que entrei na Universidade e comecei a recorrer aos pdfs da vida, mudei totalmente minha visão. Se eu puder comprar o livro físico, okay! Se eu tiver que comprar o ebook, okay também!

Os livros digitais facilitam muito a vida de quem tá na correria do dia - a - dia, por serem mais fáceis de levar com a gente. Já que podem ser lidos até mesmo no celular, em qualquer lugar. Eu aproveito os meus intervalos para adiantar algumas leituras, já que estou sempre com o celular por perto. E quem consegue ler mais de um livro ao mesmo tempo, pode levar todos eles, sem pesos.

Apesar de todas as vantagens dos livros digitais, ainda prefiro os físicos. Nada se compara ao cheiro de livro novo, o cheirinho das páginas quando folheamos. Toda vez que compro um livro novo faço um ritual: Analiso a capa, abro o livro, cheiro o livro e só depois começo a ler e infelizmente nos livros digitais isso não é possível.

Ultimamente tenho utilizado muito os digitais, mas sempre que posso opto pelo físico. E vocês? Quais utilizam mais? Espero que tenham gostado do post!
Xoxo <3




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